Dezenas de pessoas se aglomeram todos os dias do lado de fora da unidade hospitalar, esperando por até 8 horas seguidas em pé, sem ter onde sentar, no sol e sem acesso a instalações sanitárias
“Envolvê-los nas atividades, brincadeiras e eventos de casa, proporcionar momentos para que se sintam úteis e possam contar suas experiências de vida, promover o resgate da sua identidade, são maneiras de ajudar nesse processo”, ressalta Débora.