Requerimentos aprovados, nesta quinta-feira, 13/05, também convocam a representante do Movimento Alerta, Jurema Werneck, e solicitam informações ao Ministério das Relações Exteriores, à Abin e à Secom
Em depoimento à CPI, o ex-secretário de Comunicação Social do governo, Fabio Wajngarten, confirmou que o contato da Pfizer com autoridades brasileiras se deu no dia 12 de setembro, por meio de carta oficial endereçada à cúpula do governo e do Ministério da Saúde.
O apelo do parlamentar acontece após o Ministério Público do Amazonas (MP-AM) e o Ministério Público Federal (MPF) ingressarem com uma Ação Cívil Pública na Justiça, no último dia 7 de maio, para reverter o quadro do hospital, considerado referência no tratamento psiquiátrico no Amazonas e que funcionou como manicômio durante 120 anos.
A convocação de Barra Torres é resultado de quatro requerimentos apresentados à CPI. O primeiro deles, do senador Angelo Coronel (PSD-BA), questiona o fato de a Anvisa ter negado autorização à vacina Sputnik V, produzida pelo laboratório russo Gamaleya.
“Eu acho que é um absurdo que nós levemos em torno de três meses para obtermos o licenciamento de uma obra na cidade de Manaus, enquanto em outras cidades podemos obter esse licenciamento o quanto antes.”, afirmou o vereador durante pronunciamento, relembrando que obras geram empregos e renda.
O vereador David Reis (Avante) elogiou a iniciativa do chefe do Executivo municipal e destacou a importância da prefeitura assumir o protagonismo da Zona Franca de Manaus (ZFM), além da iniciativa de modernizar o distrito industrial, transformando aquela área da cidade num cartão postal.
Após a recente morte do ator, a opinião pública tomou conhecimento da doação de recursos financeiros para a aquisição de cilindros abastecidos com oxigênio para o imediato atendimento médico dos amazonenses infectados pelo novo coronavírus.
A comissão ouvirá a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pela autorização para uso de imunizantes no país, e a Pfizer, empresa americana cujas vacinas foram rejeitadas pelo governo federal em 2020.
Atualmente, é permitida a regularização de terras ocupadas antes de 22 de julho de 2008. A proposta de Irajá altera esse marco temporal para 10 de dezembro de 2019. Além disso, aumenta para 2.500 hectares o tamanho dos módulos a serem regularizados em todo o país.