EVANGELHO DESTA QUINTA, 14 DE AGOSTO

EVANGELHO DESTA QUINTA, 14 DE AGOSTO

14 de agosto de 2025 0 Por redação

* Emerson Miranda é jornalista, radialista profissional, professor, mestre de cerimônia, ministro da Palavra, da Sagrada Comunhão e Celebrante da Igreja Católica. (Graduado em comunicação em rádio e TV pela Universidade Uninorte, Linciatura em História pela Universidade ÚNICA, Pós-Graduado em Comunicação em Marketing Empresarial pela Universidade Uninorte). Além de ser 3 vezes vencedor do prêmio de jornalismo do Amazonas.

EVANGELHO DO DIA

S. Mateus 18,21-19,1
Naquele tempo, 21 Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” 22 Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23 Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24 Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna. 25 Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. 26 O empregado, porém, caíu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! E eu te pagarei tudo’. 27 Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. 28 Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’. 29 O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! E eu te pagarei’. 30 Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. 31 Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. 32 Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33 Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’ 34 O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. 35 É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. 19,1 Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galileia e veio para o território da Judeia além do Jordão.

REFLEXÃO
Queridos irmãos e irmãs, paz e bem!
Quando Jesus instrui Pedro a perdoar “setenta e sete vezes”, Ele não está estabelecendo um limite, mas sim nos chamando a um perdão contínuo, refletindo a misericórdia infinita de Deus. Pedro pensava que perdoar sete vezes era suficiente, mas isso é insignificante diante da grandeza do perdão divino que devemos imitar.

A Parábola do Servo Incompassivo ilustra isso: um rei perdoa uma enorme dívida de seu servo, que por sua vez se recusa a perdoar uma pequena quantia. O rei então restabelece a dívida original, mostrando que o perdão de Deus depende de nossa disposição em perdoar os outros.

Como todos pecamos (Romanos 3:23), não temos o direito de reter misericórdia. O perdão é essencial para nossa salvação. Mesmo sem arrependimento do outro, devemos perdoar; guardar raiva prejudica mais a nós mesmos do que ao ofensor e afeta nosso relacionamento com Deus.

Reflita sobre a misericórdia que você deve demonstrar. Perdoar não justifica o erro, mas é um ato necessário. Ofereça sempre esse perdão incondicionalmente; embora desafiador, ele abre espaço para a graça divina em sua vida.
Meu Senhor, Sua graça é infinita. Aceito Seu perdão e peço força para perdoar os outros sem limites. O perdão é essencial para minha salvação. Jesus, eu confio em Ti.
Desça sobre nós a bênção do Deus Todo-Poderoso, PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO. Amém!

* A reflexão do Evangelho do Dia é publicado neste Portal, de segunda a sexta-feira. No sábado e domingo, todos estão convidados a ir a uma igreja católica próximo da sua casa e participar da Santa Missa!